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Seg, 17 de Abril de 2017 Noticias - Nacional

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Manifestação no Centro de Porto Velho

No final da tarde do dia 13 de abril ocorreu uma manifestação denunciando as péssimas condições do transporte coletivo em Porto Velho e exigindo melhorias imediatas no serviço. Cerca de 30 estudantes, universitários e secundaristas, concentraram-se a partir de 17:00 na Praça Aluízio Ferreira (Praça do Porto). Já na concentração houve intensa agitação e distribuição de panfletos, aproveitando o horário de saída dos estudantes de escolas estaduais próximas. Uma faixa com a consigna Por um transporte público com segurança e qualidade! foi erguida pelos estudantes.

Antes do ato sair, os presentes discutiram sobre a forma de seguir o trajeto, previamente estabelecido, e deliberaram por descer a Av. Farquar até a Av. 7 de setembro e ir até o cruzamento da Av. 7 de setembro com a Rua Rogério Weber, sem fechar a rua. Nessa primeira parte do trajeto houve intensa agitação ao megafone e palavras de ordem eram entoadas quase que de forma ininterrupta, além da distribuição de panfletos. No cruzamento da 7 de setembro com a Rogério Weber, estudantes intensificaram a agitação, conversando com trabalhadores e estudantes que estavam nos pontos de ônibus, entregando os panfletos e exibindo a faixa no sinal de trânsito.

Chegando à rua Rogério Weber, os manifestantes fecharam a pista sentido Terminal e dirigiram-se para lá. Nesse percurso, vários trabalhadores que passavam de carro e de moto saudaram o protesto, além dos próprios passageiros dos ônibus, que compreendiam muito bem a justeza do protesto. Foi nesse clima de altivez e combatividade que o ato chegou ao Terminal.

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Qua, 22 de Março de 2017 Noticias - Nacional

"Pretender combater o imperialismo sem combater inseparavelmente o oportunismo não passa de fraseologia oca”. – V. I. LENIN

No dia 15 de março ocorreu uma massiva manifestação contra as reacionárias medidas de austeridade de Temer (PMDB) a serviço do Banco Mundial. A princípio convocada pela máfia de CUT/CTB/Força Sindical, que abocanha os sindicatos de nosso país com suas práticas pelegas e corporativistas. Nessa manifestação, porém, toda sua podre prática foi posta à nu e revidada com a vigorosa ação da juventude nas ruas.

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Seguindo o que dita o imperialismo nas práticas dos “movimentos sociais”, as máfias sindicais tomaram como sua tarefa garantir a “segurança e ordem” do ato, como um ato pacífico e ordeiro, sob o total controle de seus vis interesses eleitoreiros. Para isso, esas decadentes organizações travestidas de movimentos classistas ao invés de mobilizarem seus próprios militantes para tal, contrararam elementos ligados a torcidas organizadas de futebol para initimidar e esmagar qualquer expressão de combatividade.

Isso só mostra o total esvaziamento que essas organizações representem  no movimento operário, daí caírem em total desespero e abandonarem o que restava de sua linha política e caírem no mais reles banditismo. Também demonstra a total degeneração do oportunismo que, mesmo fora da gerência do velho-estado burguês-latifundiário, mantém práticas verdadeiramente social-fascistas para controlar a fúria das massas.


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Através de consequente e combativa agitação dos elementos mais conscientes das massas, o bloco combativo e independente da juventude percebeu a contradição que se dava no ato, com o cerco formado pelo oportunismo com seus carros de sons controlados pela máfia sindical, e, por diversas vezes, conseguiram impor suas palavras de ordem defendendo a luta combativa! A resposta dos pelegos, ao contrário do que disseram, que “nunca foram a favor da violência” (inclusive existem inúmeras denúncias nas redes sociais de elementos ligados à CUT dizendo asneiras como “black bloc hoje vai morrer”, “quero nem saber de manifestação, hoje vai ser porrada”), foi enviar seus bate-paus para cima da juventude, porém nesse dia os social-fascistas não passaram!

 
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Ter, 21 de Fevereiro de 2017 Noticias - Nacional

O dia 20/02 ficou marcado pela aprovação, na ALERJ, da venda da CEDAE. Enquanto no lado de dentro os deputados corriam contra o tempo para aprovar logo essa medida antipovo, no lado de fora a população era reprimida e agredida pela Polícia Militar e Batalhão de Choque. Foram pelo menos 50 pessoas detidas, a maioria delas estudantes, sendo acusadas de “resistência”, porém sem prova alguma.

Logo após confirmada a venda da CEDAE pelos inimigos do povo, deputados de diferentes partidos tendo como chefe Picciani, funcionários públicos, servidores do estado, professores e estudantes decidiram sair em ato. A ideia inicial era dar a volta no quarteirão e voltar até a frente da ALERJ, porém, acuada, a direção eleitoreira dos sindicatos fez inúmeras falas, de maneira oportunista, no intuito de desmobilizar a massa que estava fervorosa para dar um resposta à altura.

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No fim das contas, o ato seguiu pela Av. Presidente Vargas, principal via do centro da cidade. Os manifestantes conseguiram parar por várias horas as quatro faixas.

Chegando até a sede da CEDAE, parte do ato parou ali e começou um princípio de confusão quando, logo assim que a massa iniciou as denúncias contra a privatização, o batalhão de choque começou a tacar bombas.

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Daí pra frente o que se viu foi uma ação desesperada da Polícia. Tacando bombas à esmo, atingindo vários manifestantes com balas de borracha, o ato começou a se dispersar. Foi quando a polícia começou a realizar as detenções arbitrárias, pegando aleatóriamente manifestantes que estavam nas ruas ao redor. Até as 21h a maioria dos detidos havia sido liberada.

Juventude Combatente

Longe de fazer desmobilizar a organização do povo para novas batalhas, essa atitude fascista da PM de Pezão (PMDB) só servirá para colocar mais lenha na fogueira da rebelião popular! O governo cassado de Pezão não tem moral nenhuma para mandar prender manifestantes. Essa é mais uma demonstração de que é justo rebelar-se contra todas medidas antipovo que serão votadas ao longo desta semana. As tentativas de repressão atiçam ainda mais a justa revolta popular!

Lutar não é crime!

Rebelar-se é Justo!

GREVE GERAL CONTRA AS MEDIDAS ANTIPOVO DE TEMER-PEZÃO!

 
Qua, 15 de Fevereiro de 2017 Noticias - Nacional

Reproduzido do blog do Jornal A Nova Democracia

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Camponeses organizados pela LCP marcham com movimentos e entidades democráticas em Jaru, 10 de fevereiro


Reproduzimos matéria enviada por apoiadores do Jornalismo Investigativo (Rondônia), em primeira mão, do Ato Público de organizações e entidades democráticas contra a criminalização da luta pela terra e os assassinatos de camponeses por bandos armados do latifúndio e pelas forças policiais do velho Estado brasileiro. Mais informações na presente edição de AND, nº 184.


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Camponeses organizados pela LCP marcham com movimentos e entidades democráticas em Jaru, 10 de fevereiro

Na manhã desta sexta-feira, 10 de fevereiro, foi realizado na Sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Jaru um Ato Público convocado pelo CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos, a ABRAPO – Associação Brasileira dos Advogados do Povo e a Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres. O convite, estendido para diversas organizações sociais, populares e de classe, contou com a presença de ativistas da Liga Operária, do Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (MOCLATE), da Executiva Estadual de Estudantes de Pedagogia, Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de BH e Região (MARRETA), do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Jaru (STTR) e o Movimento Feminino Popular (MFP). Estiveram presentes advogados de Rondônia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, professores da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) e da rede pública estadual e do município de Jaru. Diversas organizações sociais, advogados e intelectuais que não puderam comparecer enviaram mensagens e notas de solidariedade.

 
Qui, 09 de Fevereiro de 2017 Noticias - Nacional

Reproduzido do Jornal Resistência Camponesa

Mais um camponês foi assassinado a tiros. Dessa vez a vítima foi Roberto Santos Araújo, de 35 anos, assassinado dia 1 de fevereiro no km 52 da RO-257, sentido Machadinho do Oeste.

Roberto era recém acampado e muito entusiasta da luta camponesa, havia trabalhado muito em fazendas e sido expulso das mesmas, sem receber seus direitos trabalhistas. Ele era um dos coordenadores do acampamento Terra Nossa que lutava pelas terras da fazenda Tucumã.

A mesma fazenda que no início de 2016 foi palco de barbaridades cometidas pelo latifúndio, e seus bandos armados de pistoleiros e policiais. Na ocasião eles assassinaram os jovens Alysson Henrique Lopes e Ruan Hildebrandt Aguiar no dia 31/01/2016, queimaram o corpo de um deles e sumiram com o corpo do outro jovem. Pequena parte do bando de pistoleiros foi preso com verdadeiro arsenal de guerra. Junto do bando foi detido o 3º sargento PM Moisés Ferreira de Souza, que foi liberado pelos policiais e depois contaram uma fantasiosa estória de ele teria fugido. Até hoje os mandantes e executores desses crimes continuam impunes.

Veja: Pistoleiros promovem terror no Vale do Jamari

Segundo informações de camponeses durante a remoção do corpo de Roberto esteve presente o cabo PM Dutra, que coincidentemente esteve presente também em outra situações parecidas, quando do assassinato da Edilene e Izaque, e em tentativas de forjar provas contra camponeses e intimidação de advogados e camponeses nas áreas Terra Nossa, Seringueiras, área Enilson Ribeiro e área 10 de Maio.

Morte ao latifúndio! Terra para quem nela trabalha!
Viva a Revolução Agrária!

 
Qui, 09 de Fevereiro de 2017 Noticias - Nacional

Reproduzimos comunicado emitido pela Liga dos Camponeses Pobres (LCP) de Rondônia e Amazônia Ocidental denunciando as mentiras, maquinações, perseguições e assassinatos levados a cabo pelo latifúndio com seus bandos paramilitares e velho Estado pela polícia contra camponeses, tudo para acobertar o maior roubo de terras do século no Brasil. Retirado do Jornal Resistência Camponesa.


Camponeses da LCP, lideranças combativas, e apoiadores da luta pela terra estão sofrendo sistemáticos ataques do latifúndio, dos seus bandos armados e da polícia. Em Rondônia os latifundiários estão agindo como verdadeiras quadrilhas, organizando bandos paramilitares e contratando pistoleiros a luz do dia. Nesse último período dezenas de camponeses foram assassinados (dentre eles vários coordenadores da LCP), vários outros foram presos e torturados. Esses crimes cometidos impunemente por pistoleiros são encorajados e acobertados principalmente pela polícia militar do comandante Ênedy e do gerente Confúcio Moura (PMDB).

Várias áreas camponesas novas e antigas foram despejadas e várias outras se encontram ameaçadas. Para realizar esses despejos mobilizam verdadeiro aparato de guerra e praticam todo tipo de perseguição, tortura, humilhação e abuso contra o povo.

Além de atacar diretamente os camponeses nas áreas, os latifundiários estão armando e organizando grupos de delinquentes que usam o nome da LCP para ameaçar, atacar e roubar pequenas e médias propriedades de camponeses vizinhos dos acampamentos. Tudo com o claro objetivo de jogar o povo contra a LCP, criminalizar e demonizar ainda mais os camponeses e suas organizações para justificar e intensificar a repressão e matança já em curso.

E claro, os monopólios dessa imprensa mentirosa, fartamente financiadas com verba do governo, porta-voz da polícia e do latifúndio, repercutem as mentiras que seus patrões lhes sopram no ouvido.

 
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Sex, 03 de Fevereiro de 2017 Noticias - Nacional

Reproduzimos gravíssima denúncia de advogados populares engajados na defesa dos camponeses pobres em luta no estado de Rondônia, sobre o assassinato, neste dia 29 de janeiro, do camponês conhecido como Ceará. Ele foi assassinado no Acampamento Bacuri, no município de Rio Crespo (RO). Em resposta, a Liga dos Camponeses Pobres e outros movimentos e organizações democráticas convocaram uma importante manifestação.

Segundo os camponeses, a fazenda, que se estabelece em terras da União, foi grilada pelo latifundiário Paulo França, que ainda segundo os camponeses, dias antes tinha invadido o acampamento e ameaçou-os de morte, dizendo que “iria matar uns dez camponeses” para assim remover o acampamento. Antes do assassinato do camponês Ceará, o Coordenador da área Cristiano Rezende já havia tido sua casa criminosamente incendiada.

 

A área de Burareiro, onde se encontra a fazenda e agora o Acampamento, é região que deveria ter sido destinada, de acordo com a própria jurisdição, para o Incra visando assentar famílias para a falida e inoperante “reforma agrária”. São terras que deveriam pertencer aos camponeses.


Convite enviado pela Comissão Nacional das Ligas dos Camponeses Pobres (LCP), Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos – Cebraspo e Associação dos Advogados do Povo – Abrapo aos democratas, estudantes e professores, trabalhadores e pequenos comerciantes e intelectuais em defesa dos camponeses pobres agredidos, cercados e assassinados pelo velho Estado e bando de pistoleiros a soldo do latifúndio.

Apoiar os camponeses de Rondônia!

Barrar os assassinatos de camponeses, as perseguições, prisões e torturas de camponeses e advogados populares, a criminalização da luta camponesa e a retirada completa de direitos do povo!

O CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos, a ABRAPO – Associação Brasileira dos Advogados do Povo, e a Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres convocam as organizações de direitos do povo e de direitos humanos, ativistas das organizações de advogados que defendem os lutadores sociais, sindicalistas, organizações camponesas, indígenas e quilombolas, personalidades democráticas em geral, estudantes e intelectuais de todo o Brasil, para uma vez mais apoiar os camponeses de Rondônia que lutam e resistem aos mais covardes ataques do latifúndio, da pistolagem, de juízes e policiais corruptos, de gerentes do Estado, e da imprensa porca e venal.

Os ataques contra a Liga dos Camponeses de Rondônia e Amazônia Ocidental têm o claro objetivo de criminalizar e demonizar os camponeses e suas organizações para perpetrar massacres como os que vêm ocorrendo nos presídios brasileiros, para ficar só neste exemplo que chocou todos os brasileiros e a imprensa internacional.

Estes ataques são para esconder o maior roubo de terras neste século no Brasil, que está em curso com a tentativa de legalizar documentos de terras públicas griladas por latifundiários e que são em torno de 80% do território de Rondônia. A trama é passar as terras da União para o Estado, que as dividiria entre a quadrilha de latifundiários que controla também os cartórios, fóruns e quartéis da polícia de Rondônia.

Estes ataques visam frear as lutas do campesinato de Rondônia, assim como os ataques, principalmente no Mato Grosso do Sul, para quebrar a resistência das nações Terenas e Guarani e kaiowá´s. Os camponeses em Rondônia e os indígenas no Mato Grosso do Sul travam hoje duríssimas batalhas, se levantam em lutas cada vez mais combativas e massivas, assim como camponeses, indígenas e quilombolas em todo o Brasil.

Estes ataques visam quebrar a resistência não só dos camponeses, mas também dos trabalhadores e de todo o povo pobre brasileiro, contra esta reforma da previdência que quer tirar dinheiro dos pobres e entregar para os ricos, contra a retirada de direitos trabalhistas, contra todas as medidas anti-povo e vende pátria desta quadrilha de Temer que assalta a nação.

Contamos com todos os companheiros e companheiras

Convocamos a participação de todos, e o apoio à luta em Rondônia.

Só uma aliança de operários e camponeses forjada na resistência aos ataques dos latifundiários e burgueses vai barrar o verdadeiro assalto em curso no Brasil contra os aposentados, trabalhadores, camponeses, indígenas, quilombolas, o povo pobre nas favelas,  o povo pobre nos presídios, o povo pobre morrendo de dengue e febre amarela.


Ato Público
Dia 10 de Fevereiro – 09 horas – Jaru/Rondônia

Sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Jaru

Rua João Batista 2879 – Centro


Cebraspo – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos

Abrapo – Associação Brasileira dos Advogados do Povo

Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres

 
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Qua, 01 de Fevereiro de 2017 Noticias - Nacional

No dia 01/02, o Rio de Janeiro, mais uma vez, foi vitrine da luta combativa que trava a população, servidores, estudantes e trabalhadores, contra os ataques ao direito do povo de Pezão-Temer (PMDB). Neste dia foram mais de 5 horas de exemplar resistência do povo em luta, deixando claro que a terceira tentativa de fazer passar o pacote de maldades não irá passar!

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A dupla infame Pezão-Picciani (PMDB) teve nesse último mês de janeiro apoio pessoal do garoto do FMI Henrique Meirelles que representou o governo tampão do já finado Temer. Eles se reuniram em diversas ocasiões e fecharam um acordo para passar, custe o que custar, o pacote no estado do RJ para servir de exemplo para que outros estados tomem a mesma iniciativa covarde. Não sabiam eles que a rebelião no estado do RJ já estorou, e não é de hoje.

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Neste dia 1º um grande protesto popular, que contou com a presença da comunidade acadêmica da UERJ, servidores, aposentados e outros trabalhadores que estão sendo diretamente atacados pelos diferentes gerenciamentos de turno que governam o estado. Não conseguiram colocar o Rio como um exemplo de como se faz para passar um pacote antipovo. Mas o povo, com ajuda da Juventude Combatente, colocou, novamente, o Rio de Janeiro como um exemplo de luta a ser seguido!

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Sustentando por mais de 5 horas uma heróica resistência contra os aparatos de repressão do velho Estado - Choque, PM's e até a Força Nacional - a população carioca deixa claro que quanto mais aumenta os ataques aos direitos do povo, aumenta ainda mais a luta decidida por defender os direitos do povo. E esta decisão vêm por atos concretos que impulsionam a resistência. Bem vinda seja a tempestade!

COMBATER E RESISTIR CONTRA OS PACOTES ANTIPOVO E VENDE-PÁTRIA DE TEMER-PEZÃO (PMDB)!

IR AO COMBATE SEM TEMER! OUSAR LUTAR OUSAR VENCER!

O POVO PREPRARA SUA REBELIÃO! SE ABRE UM NOVO TEMPO PARA A REVOLUÇÃO!

 
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Sex, 27 de Janeiro de 2017 Noticias - Nacional

Reproduzimos nota enviada a nossa redação, assinada pela Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia,  denunciando invasões da Área Revolucionária Cleomar Rodrigues (município de Pedras de Maria da Cruz, norte de Minas) pela Polícia Civil e ameaças, incluindo o sobrevoo do acampamento com drones.


Nos dias 21 e 22 de janeiro foram vistos vários DRONES sobrevoando ostensivamente sobre as pessoas (moradores e visitantes que estavam presentes para prestigiar e festa do Corte Popular e a entrega dos Certificados de Posse, pelo CDRA – Comitê de Defesa da Revolução Agrária). Além disso, os aparelhos que estavam voando bem baixo percorreram a área sobre as casas, plantações e todo o perímetro da área, incluindo a mata.

 

Os companheiros da autodefesa, diante da flagrante invasão e ameaça, tentaram acertar com foguetes os objetos, mas não alcançaram. Alguns camponeses que nunca viram um DRONE ficaram apreensivos, pois pensaram que seriam alvejados pelos aparelhos. O clima foi de indignação e preocupação, pois na quinta-feira dia 19, a POLICIA CIVIL de Januária sem nenhuma comunicação formal às famílias, à Associação, nem aos advogados da LCP, invadiu a área revolucionária pela região de mata, entrando pela Fazenda Triunfo (vizinha) com apoio dos latifundiários Rodolfo Rabelo e Antônio Carlos Vinagre. Os policiais chegaram na dita fazenda em 3 caminhonetes com logomarca da PC, estacionaram por lá, depois adentraram a pé para dentro da área, deixaram fitas com o selo da policia civil por todo lado. As famílias não foram abordadas e portanto não se sabe ao certo o que os policias pretendiam com essa invasão.

Nessa mesma área foi assassinado numa tocaia, por pistoleiros e policiais civis, o dirigente camponês Cleomar Rodrigues de Almeida em 22 de outubro de 2014, nenhum assassino se encontra preso, os mandantes latifundiários sequer foram indiciados e o crime brutal e covarde continua sem punição.  No entanto foi amplamente denunciado na época, pelo próprio companheiro Cleomar, as constantes ameaças de morte que recebeu do policial civil Danilo, de Januária, que reconhecidamente “presta serviços de segurança” aos latifundiários da região, organizando e operando com bandos armados para saquear, ameaçar, perseguir e inclusive assassinar os camponeses e pescadores da região.

Consideramos muito grave estas duas invasões, primeiro porque é grave violação dos direitos do povo de viver e lutar sobre estas terras onde jorrou o sangue de seu dirigente, do direito de não ser fotografado ou filmado e não ter seu quintal violado e sua família ameaçada.

Consideramos grave essa invasão pela PC da área, pela certeza de que estes agentes do Estado estão sob ordens dos latifundiários na perseguição aos camponeses pobres em luta e seus dirigentes.

Por fim, reafirmamos que as famílias estão dispostas a defender suas terras e suas famílias e que não arredarão pé da área, que não se intimidarão diante destas ameaças.

Exigimos esclarecimentos imediatos pelas autoridades de plantão sobre estes procedimentos ilegais e absurdos do uso de armas de guerra para coletar informações sobre as famílias de camponeses pobres e da invasão pela PC dentro da área.

Responsabilizamos o Estado pela cumplicidade no assassinato do companheiro Cleomar e nenhuma punição aos assassinos e mandantes de bárbaro crime, fato que encoraja e acoberta a ação dos latifundiários, inclusive com uso pelos mesmos, do aparato e agentes do Estado na repressão aos camponeses em sua luta pelo sagrado direito à uma sobrevivência digna sobre as terras que lhes foram usurpadas nestes séculos  de existência do sistema latifundiário!

Cleomar Vive! Morte ao Latifúndio!

Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia

 
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Ter, 24 de Janeiro de 2017 Noticias - Nacional
Reproduzimos abaixo matérias publicadas na última edição do Jornal A Nova Democracia a respeito das recentes rebeliões nos presídios no norte e nordeste do país e a situação da população encarcerada no Brasil.

Matança de pobres é política de Estado

Ano XV, nº 183, 2ª quinzena de Jan. e 1ª quinzena de Fev. de 2017

Fausto Arruda

 

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Foi o assessor de Temer, Bruno Júlio, filho do policial cabo Júlio e secretário nacional da juventude, quem mais abriu o jogo no campo da reação quando afirmou que, se referindo ao massacre ocorrido em Manaus, que “tinha que matar mais, uma chacina toda semana”, confessando que a matança de pobres é política de Estado, deste apodrecido e genocida Estado brasileiro.

Também, o que poderíamos esperar depois deste “pavoroso acidente” que foi a ascensão de Temer ao gerenciamento desta república em franco processo de decomposição? Os horríveis massacres nos presídios é o retrato fiel das entranhas desta decomposição irreversível.

A matança do povo pobre, dentro e fora dos presídios, chegou a tal grau de vulgarização que já não causa a menor indignação dos gerentes de turno e seus asseclas, responsáveis por administrar os recursos arrecadados através dos impostos com que esfolam o povo. São burocratas sem alma que em momentos de crise, tiram da gaveta os surrados “planos de emergência” e passam ao interminável cacarejo, até que a imprensa dos monopólios arrefeça o seu sensacionalismo.

O narco-Estado brasileiro

A condição semicolonial e semifeudal de nossa sociedade desenvolvida sob a égide de oligarcas historicamente servis ao colonialismo e ao imperialismo é base para existência de uma velha e carcomida estrutura estatal, que em momentos de crise do imperialismo se desdobra em mesuras para com seus amos. É o que temos visto em nossa História e, principalmente, na prolongada crise do imperialismo que nos impôs a maior recessão da história, escancarando as portas da barbárie.

A fermentação pútrida da crise no setor da “segurança pública” possibilitou revelações do envolvimento do Estado brasileiro num grau superlativo de intimidade com o narcotráfico, o que permite, sem sombra de dúvida, sua caracterização como um narco-Estado, senão vejamos:

 

RVI

Celebrações

Teses

Facebook

Jornal A Nova Democracia

FERP (Chile)