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GRANDE MANIFESTAÇÃO MARCA A PARALISAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM PORTO VELHO/RO

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            Na última sexta-feira, 11 de novembro, foi realizada a paralisação nacional dos trabalhadores convocada por vários sindicatos e movimentos sociais. Em Porto Velho houve manifestação que unificou várias categorias. O ato repudiou fortemente o congelamento por 20 anos dos gastos com serviços públicos básicos pela gerência Temer/PMDB-FMI, através da nefasta PEC 241 (PEC 55) e de outros ataques à educação pública como a “escola sem partido” (lei da mordaça), reforma do ensino médio e EMMTEC (Ensino Médio com Mediação Tecnológica). Apesar de o ato ter sido organizado pelas centrais sindicais, houve a participação movimentos e ativistas do campo independente e combativo como o CAPED-UNIR, a Executiva Estadual de Estudantes de Pedagogia, o Comando Estudantil de Luta de Rondônia e o MEPR, ressaltando a heróica resistência dos estudantes que ocupam escolas e universidades em todo o país, bem como a necessidade de aumentar a luta combativa, única via capaz de barrar o desmonte dos serviços públicos.

  

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            O movimento estudantil independente e combativo mobilizou estudantes universitários e secundaristas e puxou o bloco mais vigoroso de toda a manifestação diante da inércia dos oportunistas da UJS e DCE-UNIR. O bloco vermelho da manifestação levou uma grande faixa vermelha com as consignas “Eleição é farsa! Não votar! / Viva a Revolução Democrática, Agrária e Anti-imperialista!”, além das bandeiras do MEPR e do bravo povo palestino. Os ativistas entoaram as palavras de ordem da juventude combatente durante todo o trajeto da manifestação, que se encerrou na sede do “governo” do Estado. Além da postura altiva e da agitação ininterrupta, a juventude combatente denunciou que os ataques de Temer aos direitos do povo brasileiro não passam de exigências do imperialismo, principalmente ianque, para tentar conjurar sua crise, e afirmaram resolutamente que o Brasil precisa de uma grande revolução.

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            Antes do encerramento e dispersão do ato, a canção camponesa “O Risco” foi cantada pelos ativistas que compunham o bloco vermelho e seguida da menção honrosa aos companheiros da LCP que tombaram na luta recentemente, fazendo tremer as hostes policiais que circundavam a manifestação, bem como o gerente estadual de Rondônia, o fascista Confúcio Moura/PMDB. O ato foi o primeiro ensaio para o dia 23 de novembro, Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação Pública, aprovado por estudantes de Pedagogia de todo Brasil no 36° ENEPe, que também ocorreu em Porto Velho.

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ABAIXO OS ATAQUES DE TEMER/PMDB-FMI AOS DIREITOS DO POVO!

VIVA A JUVENTUDE COMBATENTE!

VIVA AS OCUPAÇÕES DE ESCOLAS E UNIVERSIDADES!

 

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