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Ter, 16 de Fevereiro de 2010 Teoria - Biblioteca

Lenin_e_Krupskaya_no_Krmlin É com muito interesse que publicamos texto do ano de 1936 da grande revolucionária, camarada-de-armas de Lênin, Nadezhda Konstantinova Krupskaya (1869-1939).

Revolucionária, pedagoga, após o triunfo da revolução socialista de 1917 foi coordenadora do Glavpolitprosvet (o Comitê Principal para Educação Política) e delegada coordenadora no Comissariado para a Instrução Pública, militante bolchevique e membro do Comitê Central do Partido Comunista da Rússia (b) (1927-1939), esposa e camarada de Vladimir Ilich Lênin.

O texto remete exatamente ao ano em que em todo o mundo rufavam os tambores da Segunda Guerra Mundial, resultado da aguda crise geral do sistema capitalista a nível mundial e da necessidade dos grupos mais vorazes do capital financeiro empreenderem nova partilha do mundo. E, uma vez que em um sexto do planeta, no território da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, não apenas não havia crise econômica como se edificava uma nova sociedade, uma cultura e uma vida revolucionárias e progressistas, um novo Homem mesmo, atacar a Pátria do Socialismo, exemplo de uma vida nova para todas as massas exploradas e oprimidas em todo o mundo, era questão crucial. Varrer a União Soviética, o sistema socialista, tal era o sonho dos senhores da guerra em todo o mundo.

 
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Sex, 23 de Dezembro de 2011 Teoria - Biblioteca

Análise das Classes na Sociedade Chinesa(*)

Mao Tsetung
Março de 1926

Quem são os nossos inimigos? Quem são os nossos amigos? Esse problema é de importância primordial para a revolução. A razão básica por que as anteriores lutas revolucionárias na China obtiveram tão fracos resultados está no facto de não se ter sabido fazer a união com os verdadeiros amigos para atacar os verdadeiros inimigos. O partido revolucionário é o guia das massas, não podendo portanto a revolução alcançar a vitória se este as conduz por uma via errada. Para não dirigirmos as massas pela falsa via, para estarmos seguros de alcançar definitivamente a vitória na revolução, devemos prestar atenção à unidade com os nossos verdadeiros amigos para atacar os nossos verdadeiros inimigos. Para distinguir os verdadeiros amigos dos verdadeiros inimigos, impõe-se proceder a uma análise geral da situação económica das distintas classes da sociedade chinesa, bem como da atitude que estas tomam frente à revolução.

Qual é pois a situação das diferentes classes na sociedade chinesa?

 
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Qui, 24 de Setembro de 2009 Teoria - Biblioteca

Introdução:

A concepção de mundo materialista dialética fundada há 161 anos (a partir de 1848, com o lançamento do Manifesto do Partido Comunista) por Karl Marx e Friedrich Engels, representando a síntese do que de mais avançado o conhecimento humano havia produzido até então, significou em realidade um enorme salto do mesmo e sentou as bases para a transformação revolucionária da sociedade, assinalando a necessidade e inexorabilidade da marcha da Humanidade para a ditadura do proletariado e o comunismo. Surgia a ideologia científica do proletariado, o marxismo.

marx_engels2 Diferentemente dos socialistas utópicos, Marx e Engels concluíam pela substituição do capitalismo por um sistema social mais elevado não a partir de sentimentalidades ou apelos aos escrúpulos desse ou daquele governante mas sim por um minucioso estudo do caminho percorrido pela história através de um longo e doloroso processo de luta de classes (surgida a partir de um determinado estágio de desenvolvimento das forças produtivas) e baseavam cada uma de suas palavras e ações nas leis objetivas que regem a natureza, a sociedade e o pensamento.

A descoberta dessas leis e a sua aplicação constituem uma grande e fundamental, a maior arma com que conta o proletariado e as massas oprimidas de todo o mundo para derrubar a burguesia e marchar para uma nova era. Hoje quando muitos pretensos acadêmicos negam o marxismo, sua vigência e atualidade, hoje quando diuturnamente o imperialismo bombardei-nos com suas rotas teorias de “fim do marxismo” e da história (que, diga-se de passagem, não resistem à manifestação evidente do caráter cíclico das crises sob o capitalismo), auxiliado para tal pela “esquerda” revisionista e oportunista de todas as colorações que faz de tudo para nos apresentar um “marxismo” adocicado e aviltado, estático e sem desenvolvimentos, mais do que nunca devemos os estudantes e jovens em geral estudar os textos clássicos do marxismo-leninismo-maoísmo não para serem guardados em bibliotecas mas para guiar a ação de milhões de Homens no fogo da luta de classes, na luta por sua emancipação.Porque não há nada que possa ser mais revolucionário e científico do que ele.

 
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Ter, 17 de Abril de 2012 Teoria - Biblioteca

Utilizaremos uma vez mais este espaço para reproduzir um artigo de um dos gênios do movimento operário, Friedrich Engels. Fiel amigo de armas de Karl Marx, após a morte deste, Engels, tornou-se o principal defensor do marxismo, desempenhando defesa implacável contra o revisionismo. Na carta que ora publicamos, Engels, dá respostas irrefutáveis acerca da - ainda hoje em voga - acusação do "reducionismo econômico do marxismo". Em primeiro lugar, demonstra que os defensores do "pós-modernismo" ou "pós-marxismo" não são tão criativos e originais em seus ataques à ideologia científica do proletariado quanto tentam aparentar. Como fator central, Engels, expõe que nem ele nem Marx, jamais afirmaram nem quiseram afirmar que o aspecto econômico é único na história. Pelo contrário, em várias obras procuram estudar como as relações políticas, históricas, jurídicas influem na luta de classes, todavia, mesmo essas relações se encontram em uma dada situação econômica. Em suma, o motivo da incompreensão dos "intelectuais" em geral de ontem e hoje sobre o marxismo derivam da falta de entendimento do materialismo dialético. Quando esbarram na afirmação de que o elemento econômico é em última instância o determinante histórico não conseguem entender as relações dialéticas que esse fator pode ter com os demais - políticos, jurídicos, culturais, religiosos e etc.. Desse modo, o argumento de reducionismo é fácil e encontra largo campo em uma academia que não estuda, nem pretendende estudar, a dialética em Hegel, quanto mais os aportes superiores de Marx e Engels.

Finalmente, deixamos a cargo do ilustre leitor averiguar a importância da obra. Boa leitura!

Carta para Joseph Bloch[1]

Friedrich Engels

21-22 de Setembro de 1890

retirado de: http://www.marxists.org/portugues/marx/1890/09/22.htm

 
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Ter, 01 de Dezembro de 2009 Teoria - Biblioteca

Publicamos abaixo uma entrevista feita a Karl Marx por suas filhas, entre os anos de 1860-1865. Um revolucionário, consciente dos seus objetivos e disposto a ir até o fim por eles, é o que transparece. Felicidade, diz Marx, “é a luta”. Talvez um Marx um pouco diferente do “acadêmico” imaginado por tantos ditos “marxistas” que, abandonando o conteúdo revolucionário do socialismo científico, em nome de atualiza-lo, o que fazem na verdade é combate-lo.


Jenny e Laura fizeram, um dia, ao pai, por brincadeira, uma série de perguntas, cujas respostas deveriam constituir uma espécie de “confissão”. Esse questionário e as respostas de Marx, redigidos em inglês, referem-se aos anos de 1860-1865:

 


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