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Sex, 07 de Setembro de 2012 Teoria - Biblioteca

Marx-Engels-Forum01 Publicamos em nossa página mais uma obra dos grandes dirigentes do proletariado Marx e Engels. Esse domumento é uma diretiva do Comitê Central da Liga dos Comunistas para seus quadros. Propomos uma leitura atenta desse documento, o caro leitor encontrará na primeira parte do escrito a importância dada por Marx e Engels à organização e disciplina da Liga dos Comunistas, e como esses viam uma real necessidade da Liga manter um corpo clandestino combinadado com a ação pública.

Depois, o documento entra em outras questões fundamentais, como: a) a imperiorisidade da violência revolucionária, que toma boa parte da diretiva, indicando que o Partido proletário não pode de nenhuma forma reter a fúria das massas, pelo contrário, deve colocar o proletariado a sua vanguarda expondo a luta de classes a tal condição que até a pequena burguesia seja obrigada a apelar para violência, levando a Revolução até o mais longe possível não se iludindo com a contemporização da burguesia; b) a diferenciação do programa político do proletariado com o da pequena burguesia, enquanto o primeiro quer derrubar toda ordem capitalista, destruindo a propriedade privada e emancipando a humanidade, a última quer um "capitalismo melhorado" o que, pelas próprias leis do capitalismo, é impossível, portanto, tal programa, só pode gerar ilusão e enganação para as massas de trabalhadores [nesse ponto, observem que Marx e Engels dão uma verdadeira lição aos partidos reformistas de hoje que colocam a luta do povo apenas no campo do "possível" quando, acima de tudo, temos de preparar o povo para a grande luta final]; c) por último, trata sobre a unidade tática do Partido operário com outros partidos em momentos de luta, esta unidade se dá com apoio  do proletariado nas pautas comuns e luta nos pontos divergentes, ou seja, o Partido do proletariado deve aumentar suas forças para atacar o inimigo principal, mas nunca perdendo sua independência, o operariado não pode marchar a reboque da burguesia.

 
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Sex, 02 de Julho de 2010 Teoria - Biblioteca
V.I.Lnin É com grande satisfação e sentimento de dever revolucionário que disponibilizamos em nossa página o décimo capítulo de uma das mais importantes obras do grande dirigente da Revolução de Outubro e da classe operária internacional, V.I. Lênin, O Imperialismo, fase superior do capitalismo.

Estudar com seriedade esta obra, e apreender dela todo seu conteúdo revolucionário é, hoje como nunca, tarefa das mais importantes para as novas gerações de jovens que lutam pela construção de uma nova sociedade. O contexto em que tal obra foi escrita, aliás, não pode deixar de levantar semelhanças notáveis, hoje quando acentua-se a olhos vistos a profunda crise do sistema imperialista mundial e, no seu lastro, a luta por nova partilha do mundo.

O termo “Imperialismo”, no sentido de um novo período na economia capitalista, é utilizado pela primeira vez pelo autor inglês John Hobson, em 1902, quando publica livro com este nome. Cumpre importante papel no estudo deste conceito a obra do economista Hilferding, membro da social-democracia alemã, que no princípio dos anos de 1900 publica uma obra intitulada “O Capital Financeiro”.

 
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Qui, 18 de Novembro de 2010 Teoria - Biblioteca

Andrei_Jdanov Dando prosseguimento à nossa iniciativa de manter a nossa página à serviço da divulgação das obras clássicas do marxismo-leninismo-maoísmo, uma vez que a sua difusão entre a juventude é tarefa mais do que urgente, publicamos nessa semana o texto “O marxismo é a revolução na Filosofia”, do célebre revolucionário russo Andrei Alexandrovitch Jdanov. Como ocorre com os clássicos, seu estudo não encerra interesse apenas histórico mas, muito além disso, constitui uma arma para enfrentar e resolver os grandes desafios dos dias de hoje, na luta incessante e sempre mais encarniçada entre a putrefata ideologia burguesa e a nova e revolucionária ideologia proletária.

Defendendo a posição de partido em filosofia, e se opondo de maneira contundente e combativa à tentativa de conciliar a ideologia burguesa e proletária nos domínios cultural e científico, Jdanov submete a uma audaz crítica não apenas a ideologia burguesa em geral, mas também os círculos acadêmicos da União Soviética em particular. Do ponto de vista histórico isto tem grande importância, porque trata-se de uma aguda manifestação da luta de classes sob o socialismo, da luta entre a via capitalista e a via comunista, que se agudizava na União Soviética do final dos anos 1940 e culminaria na restauração do capitalismo após a morte do camarada Stalin.

 
Ter, 13 de Julho de 2010 Teoria - Biblioteca

Friedrich_Engels No texto “O Papel do Trabalho na Transformação do Macaco em Homem”, Engels explicita o papel do trabalho na evolução da espécie humana desde a transformação da mão, e mostra que ele está intimamente relacionado com o desenvolvimento cerebral, assim como a variedade da alimentação, que por sua vez é um diferencial entre os macacos e o ser humano. Mostra que, como foi o trabalho que gerou a diferenciação das duas espécies, à cada modalidade de trabalho nova o ser humano se distancia mais ainda de suas características mais primitivas.

Diz também que outra evidência de que o trabalho é que diferenciou as duas espécies, é a de que o ser humano - agora já uma espécie com desenvolvimento cerebral bem avançado - exerce uma intervenção diferenciada na natureza, isto é, intervém de forma planejada; porém, se o homem aprendeu de certa forma no decorrer de milhares de anos a prever as conseqüências naturais relativas aos processos produtivos, mais tempo ainda levou para pensar nas conseqüências sociais.

E finaliza dizendo que isso gerou uma aplicação do trabalho em relação somente aos seus resultados produtivos imediatos, descartando conseqüências remotas que surgem depois de um processo de repetição e acumulação gradual, conseqüências estas que viriam a propiciar a revolucionarização completa do modo de produção a fim de transformar radicalmente a ordem social vigente.

 
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Ter, 10 de Novembro de 2009 Teoria - Biblioteca

Escrito por Friedrich Engels (1820-1895) em 1847, a princípio para ser o projeto do programa da Liga dos Comunistas, o texto “Princípios básicos do Comunismo” constitui até hoje uma magistral análise da sociedade capitalista e das condições em que se dará a destruição desta e a instauração da sociedade socialista.

Antecipando o conjunto dos fundamentos teóricos do socialismo científico, que seriam expostos de maneira sistemática com o aparecimento, em 1848, do Manifesto do Partido Comunista, esse texto de Engels representa uma explanação sintética e incrivelmente clara dos postulados da ideologia científica do proletariado, o marxismo.


Marx, Lenin e Mao Tsetung. Responsáveis pelos três grandes saltos na ideologia científica do proletariado, o Marxismo-Leninismo-Maoismo. O Marxismo de nosso tempo.

É evidente que o mundo de hoje não é idêntico àquele da Europa da primeira metade do século XIX. Inclusive os clássicos do marxismo sempre sustentaram que este não é um dogma, inerte e árido, mas sim um guia para a ação. Lênin, citando o famoso escritor alemão Goethe, dizia “a teoria é cinza, verde é a árvore da vida”. A transição do século XIX para o XX viu desenvolver-se e consolidar-se o Imperialismo, como fase superior e última do capitalismo, enviando para os anais da história o livre- Foice_e_martelo_Reichstag_original cambismo dos primeiros tempos do capitalismo. Com o advento do imperialismo, isto é, a divisão do mundo entre um punhado de nações opressoras e a imensa maioria de nações oprimidas e a luta, entre as diversas “potências” e seus grupos monopolistas, por partir e repartir o mundo, assistimos já à duas guerras mundiais. Surgiu o primeiro Estado socialista do mundo, inaugurando nova era na história da Humanidade (Revolução de Outubro)e, com a Grande Revolução Chinesa, em 1949, bem como a ruína do antigo sistema colonial, o sistema socialista chega a atingir o equilíbrio de forças com o sistema imperialista em escala mundial. Entretanto, devido à permanência e recrudescimento da luta de classes em formas mais complexas sob a ditadura do proletariado e à ação vil e sinistra do revisionismo moderno, a burguesia logrou minar o sistema socialista desde dentro e a restauração capitalista soou primeiro na URSS e nos países da Europa do Leste e, posteriormente, na China Popular.

Isso, longe de significar a “falência” do marxismo, do comunismo, como sonham os reacionários empedernidos que nestes dias têm cacarejado tanto a respeito da queda do muro de Berlim (como se o que houvesse ruído ali fosse o socialismo e não o capitalismo agonizante restaurado após o golpe na URSS em 1956), significa que as duras provas passadas pelo proletariado revolucionário nas últimas décadas o tornam ainda mais experimentado para voltar a combater nas batalhas vindouras.

Nunca na história as classes revolucionárias venceram de um só golpe. Mas não importa em meio a que sacrifícios, também nunca na história as classes revolucionárias deixaram finalmente de triunfar algum dia.

 


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