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Seg, 08 de Fevereiro de 2010 Teoria - Biblioteca
Lenin É com muita honra que temos a oportunidade de publicar em nosso site o texto de autoria de Pankratova, intitulado “Lênin como Propagandista”. A ação tenaz e abnegada de um chefe revolucionário proletário, no trabalho paciente e “invisível” de difundir com firmeza a doutrina do proletariado entre as massas oprimidas da Rússia, tal ação é para nós revolucionários das novas gerações mais do que um exemplo: é um chamado ao dever!

Sim, porque nesses momentos em que o imperialismo e as classes dominantes retrógradas, em um estágio muito agudo de decomposição e fadadas a perecer, recorrem a um cada vez mais sofisticado bombardeio de contra-informação e veneno ideológico-midiático contra as massas, recorrem a milionárias técnicas difusoras de subjugação e pessimismo, ceticismo e obscurantismo, que ganham proporções de verdadeira guerra psicológica mundial, nesse momento em que as chamadas “tecnologias de informação e comunicação” são parte substancial da ação contra-insurgente do imperialismo, precisamente neste momento faz-se necessário como nunca o trabalho cotidiano e “formiguinha” dos revolucionários, pondo a nu em toda a sua mediocridade tal “superstição informatizada” e conclamando as massas a romper com todo torpor e resistir com firmeza.

 
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Qua, 14 de Abril de 2010 Teoria - Biblioteca

Cartaz_da_Juventude_ComunistaNo dia 10 de abril último celebrou-se o 140º aniversário de nascimento do chefe do proletariado internacional, Vladimir Ilitch Ulianov, o grande Lênin. Particularmente nesse momento em que apregoa-se aos quatro ventos a “falência do marxismo” ou, segundo o revisionismo e oportunismo, um tal “novo socialismo” ou “socialismo do séc. XXI”, na verdade rotos e antigos intentos de castrar do marxismo o seu conteúdo revolucionário, nesse momento mais do que nunca faz-se necessário levantar e defender a grande bandeira vermelha do proletariado internacional e as três luminárias por este erigido em mais de um século de tormentosas lutas, na figura de seus três maiores e inquestionáveis chefes Marx, Lênin e o Presidente Mao Tsetung.

Por essa ocasião publicamos em nossa página o texto referente a um discurso proferido por Lênin em 1920, quando do III Congresso das Juventudes Comunistas da Rússia. O otimismo e entusiasmo revolucionário, aliado a um extraordinário domínio da situação de profundas e complexas dificuldades e desafios, a linguagem clara e animadora, a fé inabalável na vitória e a profunda fusão entre um impetuoso gênio intelectual e magistral capacidade organizativa, tudo isso aparece aqui expresso com simplicidade e concisão. Não temos dúvida de que a leitura e estudo desse breve discurso segue sendo para as jovens gerações de militantes revolucionários um rico manancial tanto de motivação para seguir empunhando a bandeira comunista da foice e do martelo como de compreensão de como marchar de maneira justa e indomável pelo caminho correto.

Viva os 140 anos do nascimento de Lênin!

Viva a Revolução Proletária Mundial!

 
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Qua, 16 de Dezembro de 2009 Teoria - Biblioteca

mariategui2Volta e meia aparecem nas universidades, como verdadeira febre, certos "modismos intelectuais", voltados a vulgarizar e tergiversar importantes figuras do pensamento revolucionário. O caso de Marx basta para comprovar o que dizemos. Lênin, em "O Estado e a Revolução" dizia brilhantemente:

"(...) em vida dos grandes revolucionários, as classes opressoras os submetem a constantes perseguições, acolhem suas doutrinas com a raiva mais selvagem, com o ódio mais furioso, com a campanha mais desenfreada de mentiras e calúnias. Depois de sua morte, se tenta converte-los em ícones inofensivos, canoniza-los, por dizer assim, rodear seus nomes com uma certa auréola de glória para ‘consolar’ e enganar as classes oprimidas, castrando o conteúdo revolucionário de sua doutrina revolucionária, melando o fio revolucionário desta, envilecendo-a".

 
Dom, 14 de Agosto de 2011 Teoria - Biblioteca

lenin1 Os ataques à ciência da revolução proletária não são novos, é o que deixa claro este escrito de Lênin do início do séc. XX em que ele traça um quadro das principais correntes revisionistas da época. O marxismo se desenvolve através da contradição, da dialética. A história de lutas de Marx e Engels o prova. Primeiro o rompimento com os idealistas hegelianos de esquerda, depois as discussões econômicas contra os proudhonistas, posteriormente a luta passa para o campo do movimento operário diretamente com os bakunistas, por fim a luta contra o proudhonista Mühlberger e do positivista Dühring. E, claro, este rol não é exaustivo: o marxismo se forjou e se forja diante implacável luta contra os desvios de “esquerda” e de direita. Como sintetizou o Presidente Mao: “Quando a humanidade despreza um erro e aceita uma verdade, uma nova verdade começa a lutar contra as novas idéias erradas. Esta luta não cessará jamais. Esta é a lei do desenvolvimento da verdade e, desde logo, também a lei do desenvolvimento do marxismo” (Presidente Mao, em “Sobre o Tratamento Correto das Contradições no Seio do Povo”).

 
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Qua, 19 de Maio de 2010 Teoria - Biblioteca

(Mao Tsetung - Abril - Junho de 1938.)

revolucaocultural Publicamos abaixo notas do presidente Mao Tsetung sobre o Materialismo Dialético. Não há dúvida que o estudo consciente da ideologia científica do proletariado, daquilo que Lênin chamou o materialismo conseqüente, isto é, o materialismo dialético, trata-se de uma importante arma a ser empunhada pela classe operária e pelo conjunto das massas populares pela transformação do mundo e pela marcha rumo ao comunismo.

A luta entre Materialismo e Idealismo segue sendo de suma importância pois, no lastro da ofensiva geral da contra-revolução em todo o mundo, tem-se recrudescido também a luta entre essas duas concepções de mundo, uma vez que toda a ideologia burguesa que justifica a sua dominação –num momento em que esta está já em franca contradição com todo o desenvolvimento econômico e social acumulado pela Humanidade- repousa sobre bases idealistas e reacionárias, caducas sob quaisquer pontos de vista. Basta observar as “modernas” teorias sobre fim do mundo, ou sobre a “comprovação científica da existência de Deus” tão em moda na “academia” estado-unidense (tais “teorias”, na verdade, nada têm de modernas) para identificar claramente qual o sentido e o propósito desse tipo de coisa. Não é à toa que, logo no princípio do texto, o presidente Mao refere-se à luta entre Materialismo e Idealismo como a batalha entre “dois exércitos” em filosofia.

 


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